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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Trepadeiras nas fachadas 'podem diminuir poluição nas cidades em até 30%'

"Corredores Verdes" | Foto: ANS
Plantio estratégico de trepadeiras sobre prédios pode diminuir poluição de cidades em até 30

O uso de plantas nas paredes externas de prédios em uma mesma rua, criando "corredores verdes", poderia funcionar como um filtro para a poluição nas grandes cidades, diminuindo em até 30% a quantidade poluentes no ar de grandes metrópoles, segundo um estudo britânico.
Pesquisas anteriores já previam que o aumento de áreas verdes em cidades poderia reduzir em 5% a quantidade de poluentes, mas o novo estudo conduzido por cientistas das universidades de Birmingham e Lancaster mostra que os "corredores verdes" têm um potencial mais efetivo.
Publicados no periódico Tecnologia e Ciência do Ambiente, os resultados do trabalho mostram que tais medidas poderiam ser mais eficientes do que iniciativas tradicionais.
"Até agora todas as iniciativas para tentar reduzir a poluição têm sido feitas 'de cima para baixo', como livrar-se de carros velhos, acrescentar catalisadores e até introduzir taxas de congestionamento – e elas não têm mostrado o efeito desejado. O benefício dos 'corredores verdes' é que eles limpam o ar que entra e fica no espaço entre os prédios", diz Rob MacKenzie, um dos autores da pesquisa.
Os 'corredores' nada mais são do que placas cobertas com plantas 'trepadeiras', que crescem acopladas a uma estrutura, colocadas sobre as paredes exteriores de construções nas cidades.
"Plantar mais ('corredores verdes') de uma forma estratégica poderia ser uma maneira relativamente fácil de controlar nossos problemas locais de poluição", acrescenta o cientista.

Vantagens e desafios

Especialistas sugerem que a criação deste tipo de "corredor verde" também tem vantagens práticas, além do previsto benefício ambiental.
Similares como as chamadas "paredes verdes", que funcionam como jardins verticais, geralmente compostas por diferentes tipos de plantas e muitas vezes criados por paisagistas, necessitam de sistemas de irrigação específicos, além de fertilizantes e cuidados mais intensos.
Já os "corredores" consistem em uma parede inteira coberta por um tipo único de planta trepadeira, mais resistente.
Mesmo assim há desafios.
Tom Pugh, outro autor do estudo, lista algumas das dificuldades a serem enfrentadas. "Precisamos tomar cuidado quanto às plantas: como e onde plantaremos tais tipos de vegetação, (além de garantir que) não sejam afetadas por seca, não sejam atingidas por calor excessivo e que não sofram ações de vândalos", diz.
Anne Jaluzot, de um grupo comunitário sobre plantio de árvores em áreas urbanas, diz que a estratégia tradicional, de plantar muitas árvores pequenas, não ajuda em nada para a biodiversidade, e o controle de enchentes e da poluição.
Ela diz que seria preferível se concentrar em regiões menores e nelas plantar árvores muito grandes, mesmo que em número menor. Ela também critica os "jardins verticais", mais elaborados, como uma "perda de dinheiro".
"Esses jardins verticais em geral são bonitos, mas são insustentáveis devido ao alto custo de manutenção e a necessidade de adubos. Simplesmente cobrir uma parede com plantas trepadeiras seria em geral uma solução muito melhor para prefeituras e organismos do setor", avalia.


FONTE: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/07/120723_green_walls_jp.shtml


O que é melhor: Andar, correr ou pedalar?


O que é melhor: Andar, correr ou pedalar?

Melhor exercício aeróbico
Ninguém nega osbenefícios de se exercitar, se não para obter uma melhor forma física, ao menos para compensar um pouco os efeitos da vida sedentária.
Mas a primeira dúvida para o recém-decidido a mexer-se é: qual é o melhor exercício aeróbico?
A lista sempre começa com aqueles que são mais práticos: caminhar, andar de bicicleta e correr.
O fato é que cada um tem suas próprias vantagens e desvantagens.
A Dra. Pamela Hinton, da Universidade do Missouri, fez um comparativo, listando prós e contras, que podem ajudá-lo a se decidir.
Caminhada
Andar a pé é o mais fácil para o corpo, diz ela - entenda, você vai se cansar menos e exigir menos do seu organismo.
Contudo, dependendo da distância que você percorrer, a caminhada geralmente oferece menos benefícios metabólicos do que andar de bicicleta ou correr.
Isso não quer dizer que caminhar não seja benéfico. Estudos mostram que caminhar cerca de 30 minutos por dia reduz o risco de várias doenças crônicas.
Para as pessoas que não tenham se exercitado por muito tempo, caminhar é um excelente "exercício de entrada" para melhorar a circulação sanguínea e colocar os músculos em movimento.
A partir daí, a caminhada rápida é um próximo passo natural em busca de melhores resultados.
Veja pesquisas científicas recentes realizadas sobre os benefícios da caminhada:
Ciclismo 

Andar de bicicleta, outro exercício aeróbico muito popular, que também não força muito o corpo, faz bem à saúde, mas requer alguns cuidados.
As bicicletas estacionárias são uma ótima opção para pessoas que não querem enfrentar chuva, vento e buzinadas de carros atrapalhando seu treino.
A desvantagem de andar de bicicleta é que só o quadril e os músculos das pernas são normalmente utilizados - ou seja, ciclismo não é um exercício de corpo inteiro.
Segundo a Dra. Pamela, seus estudos mostram que a densidade óssea é menor entre os ciclistas regulares do que entre os corredores regulares.
Os ciclistas apresentam mais sinais de osteopenia do que os corredores, uma condição em que os ossos apresentam densidade mais baixa, o que pode levar àosteoporose. Ossos enfraquecidos também significam maior suscetibilidade a fraturas.
Entretanto, combinando exercícios de fortalecimento, como aeróbica rápida ou levantamento de peso, os ciclistas podem trabalhar mais músculos e diminuir a chance de desenvolver a osteopenia, diz a pesquisadora.


Corrida
Correr é o mais difícil para o corpo, especialmente para os joelhos.
Mas oferece os melhores benefícios dentre os três.
Progredindo da caminhada rápida para a corrida é algo que muitos médicos recomendam.
Tal como acontece com andar, correr pode ser uma atividade "interna", feita em uma esteira, para aqueles que não gostam de sair ou não têm locais adequados perto de casa - mas lembre-se queatividades físicas ao ar livre melhoram saúde mental em 5 minutos.
Os especialistas recomendam que, para não forçar muito o corpo, deve-se variar a velocidade da corrida, assim como andar um trecho, correr outro, e assim por diante.
Mas o mais importante é escolher o tipo de exercício com o qual você se dá melhor, ou gostar mais, depois de ter tentado os três.
Afinal, exercitar-se é algo que você deve se preparar para fazer por toda a sua vida.


"Não é mais possível dizer que não sabíamos", diz Philip Low

Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como o polvo, e como essa descoberta pode impactar a sociedade

Marco Túlio Pires
Epilepsia: especialistas estimam que 2% da população brasileira tenha a doença
Estruturas do cérebro responsáveis pela produção da consciência são análogas em humanos e outros animais, dizem neurocientistas (Thinkstock)


O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois deapresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente. Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra.
Divulgação
Philip Low
Philip Low: "Todos os mamíferos e pássaros têm consciência"
Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. "As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência", diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:
Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito?Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.
Quais animais têm consciência? Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos.

É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos? Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante.

Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência?Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica.

Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais? Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.

Qual é a ambição do manifesto? Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.

As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento? Acho que vou virar vegetariano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo.

O que pode mudar com o impacto dessa descoberta? Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles

terça-feira, 17 de julho de 2012

Meditação, buscando o silêncio²!


   Mais um vídeo para ajudar na meditação. Esse traz relatos de pessoas comuns que utilizam a meditação no dia-a-dia como fuga do estresse. Acredito que a meditação é a melhor  fuga do estresse por ser  natural. E hoje as pessoas estão a cada minuto se entupido de remédio e destruindo o próprio corpo e maquiado as dores. Abraço a todos, e boa meditação! 
Obs: Para a prática da meditação, não é preciso ter religião. Nem mesmo acreditar em algo, meditação é acima de tudo uma forma de conhecimento de si mesmo, ou seja, um cuidar de si.



Meditação, buscando o silêncio!




   Meditação é a base, e o caminho a ser percorrido ao encontro do verdadeiro "EU". Onde este verdadeiro "EU" é o que conhecemos como alma ou espirito. Embora algumas religiões façam distinção entre estas palavras, neste primeiro momento trataremos aqui como sendo a mesma coisa. Já que o intuito disto não é uma analise critica etimológica das palavras e sim a busca da meditação.

      No inicio é bem difícil meditar, pois nossa mente junto com corpo não está educado para o silêncio interno. Tente uns 5 minutos por dia, quando você começar a colher os frutos da meditação será um grande prazer fazer-la.



segunda-feira, 16 de julho de 2012

Vacina contra obesidade alcança resultados magros

Somatostatina: Pesquisadores testaram em camundongos uma possível "vacina" para a perda de peso. O experimento, feito com sucesso relativo, usou uma vacina à base de hormônios. A somatostatina é um composto que inibe a ação do hormônio do crescimento (GH) e da IGF-1, uma proteína similar à insulina. Os dois aumentam o metabolismo, resultando em perda de peso ou na redução do ganho de peso. Inibição natural: O que os pesquisadores fizeram foi preparar uma vacina contendo uma somatostatina modificada, que faz com que o corpo gere anticorpos para a somatostatina natural. Isso resultou na remoção da inibição natural, sem interferir diretamente com o hormônio do crescimento, resultando em um maior gasto energético e, consequentemente, na perda de peso. Os efeitos não foram milagrosos, mostrando que os animais que tomaram a vacina tiveram uma redução de até 10% no peso corporal em comparação com animais que não tomaram a vacina - os dois grupos foram alimentados com dietas gordurosas. Vacina contra obesidade: "Este estudo demonstra a possibilidade de tratar a obesidade com vacinação," defende Keith Haffer, um dos autores da pesquisa. "Embora sejam necessários mais estudos para descobrir as implicações de longo prazo dessas vacinas, o tratamento da obesidade humana com vacinação poderia dar aos médicos uma alternativa sem medicamentos e sem cirurgia," concluiu. FONTE:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=vacina-combate-obesidade&id=7950